En busca de la experiencia perdida
DOI:
https://doi.org/10.26439/contratexto2014.n022.90Resumo
El presente ensayo plantea de entrada refl exionar sobre la preocupación que obsesiona a Eric Landowski y que se formula explícitamente en Pasiones sin nombre con la pregunta siguiente: «¿Es posible una semiótica de la experiencia?». ¿De esa experiencia viva que consiste en la captación del sentido en su emergencia como pura presencia? Nos proponemos entablar con el autor un intercambio de opiniones sobre la posibilidad de su propuesta, llegando a la conclusión de que no es posible hacer, por ahora, una semiótica de la experiencia viva, en acto. Toda semiótica será siempre sobre un discurso acerca de la experiencia. Dicho discurso, por medio del tratamiento del lenguaje que utilice, será más objetivante o más subjetivante. Cualquier experiencia que pase por el lenguaje, por cualquier lenguaje, verbal o no verbal, será siempre una experiencia segunda, o sea, otra experiencia. Ningún discurso de la experiencia nos devolverá la experiencia primera, la cual será siempre una experiencia perdida.
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